O que de fato compraz o
homem
Ainda é parte do lado obscuro da compreensão.
Pensar a existência, assim como tantas
questões
seria demasiado
pertinente?
Por tanta subjetividade
se procurou,
também por
objetividade.
Realidade, verdade.
Questionamentos e suas
devidas respostas.
É criado o abismo do
compreender,
o incrédulo se
manifesta inverno após inverno.
A
questão ganha força,
a resposta ainda não
foi resgatada do vácuo.
Se é que lá se
encontra!
Tanta complexidade
contrasta uma simplicidade?
O que a retina mental
quer enxergar?
O peso da existência é
grande, assustador.
As mazelas não
cicatrizam.
Tantas preocupações, inúmeras concepções.
Onde facultam as mais
relevantes representações?
Tão diferentes das
outras espécies, tão vulnerável quanto.
Em que época se vive?
O sentido, a época, a
razão.
Melhor são os que
facultam de coisas vãs?
São admiráveis as
capacidades intelectuais,
mas interessante é
pensar o propósito a que se voltam.
Recheados com chagas,
feridas, úlceras,
Já não facultam. Vivem!
Esperam, acreditam,
falam, fazem.
Acaba o milênio, começa outro, perpetuam, vagam.
Não a extinção! Nenhum
efeito catastrófico!
Reinam no seu império,
filhos do saber e da ignorância.
Acrescem e se tornam mais
tecnológicos!
E ainda não sabem
responder questões iniciais de sua caminhada.
O acaso é uma venda,
tapa uma imagem e proporciona outra.
É paradoxal, reflete um
sistema, que tira para obter.
De onde partimos e onde
pretendemos chegar?
O peso da existência é
grande, assustador.
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